miércoles, 22 de febrero de 2012

NOTICIAS INDEC DESDE LOS MEDIOS BRASILEROS

DESDE BRASIL UNA EXTENSA NOTA SOBRE NUESTRO TRABAJO (EN VALOR ECONÓMICO)

LA TRADUCCIÓN; DEBAJO.

Argentina promete um IPC confiável, mas só em 2014 http://valor.hands.com.br/valor/items/argentina-promete-um-ipc-confiavel-mas-so-em-2014

O governo da Argentina promete dar no próximo mês o primeiro passo para tentar encerrar a polêmica sobre o índice de inflação no país, que se prolonga desde 2007. Uma pesquisa nacional de amostragem domiciliar, com 38 mil entrevistas, começará a ser feita pelo Instituto Nacional de Estatísticas e Censos (Indec) para servir como
base para a elaboração de um índice de preços de caráter nacional. Desde uma mudança da gestão do órgão, o atual índice de preços da Grande Buenos Aires é questionado por oposicionistas, sindicalistas, empresários, economistas independentes e organismos multilaterais. Nem mesmo o governo o defende como uma bússola para a inflação no país. "Índice de preços é uma coisa, o custo de vida é outra e a inflação é uma terceira", disse em entrevista ao Valor a diretora-geral do Indec, Ana Maria Edwin. Mas a polêmica, que levou o governo a acionar judicialmente consultorias independentes que publicaram índices de preços divergentes, ainda deve durar. O novo índice só deve começar a ser divulgado entre o final de 2013 e o início de 2014. A criação de um índice com padrões internacionais é uma cobrança constante do FMI, reiterada na última reunião da direção do Fundo, no dia 1º de fevereiro. O aval de instituições como o FMI é importante para a Argentina voltar ao mercado internacional de crédito, do qual está fora desde o colapso econômico de 2001. Mas Edwin negou a motivação externa. "Não temos e nem nunca tivemos um indicador de caráter nacional, e esta é uma necessidade do país." No comunicado à imprensa após a reunião do início do mês, o FMI afirmou "lamentar a ausência de progresso em alinhar um índice de preços com padrões internacionais" e convocou o país a "implementar medidas específicas, dentro de 180 dias, para melhorar a qualidade dos dados". "Nossa questão é melhorar indicadores com problemas que se arrastam há muitos anos e que não foram inventados por nós e nem começaram em 2007. Eles [o FMI] sabem perfeitamente as ações que estamos desenvolvendo", argumentou a dirigente. Até 2005, o Indec divulgava um índice de preços, sem grandes questionamentos, formado por uma cesta de 818 itens pesquisados na região metropolitana da capital. Naquele ano, o então ministro da Economia Roberto Lavagna lançou títulos da dívida pública vinculados à variação inflacionária. Em fevereiro de 2007, pouco antes de deixar o cargo, o então presidente Nestor Kirchner, que seria sucedido pela esposa, Cristina Kirchner, determinou uma intervenção no órgão. O índice passou a ser calculado tendo como base 440 itens e, desde então, tem a credibilidade questionada. Segundo a direção do Indec, agentes econômicos passaram a trabalhar com cenários de expansão da inflação, para elevar a remuneração dos papéis, o que teria apressado a decisão de mudar o índice. A cúpula do Indec afirma que o índice anterior era suspeito. "Havia uma falta de transparência absoluta", comenta o diretor técnico Norberto Itzcovitch, para quem um sinal de que havia coisas erradas no Indec era o fato do índice não refletir o esforço do governo em exercitar controles na economia. "Em 2006, o governo começou a implementar uma política de preços, e isso não se refletia nos índices. Houve um acordo para se vender o pão a um determinado valor, por exemplo, e no índice o pão subia. Era um trabalho que não estava sendo guiado por critérios técnicos", afirmou. O diretor também devolve as acusações de manipulação e afirmou que os fundamentos das pesquisas eram irregulares. "A medição de serviços domésticos não era feita por amostragem probabilística, mas por uma consulta entre os amigos dos que trabalhavam no escritório. E esta era só a quinta variável em importância na cesta", ironizou Izcovitch. Nos últimos quatro anos, o Indec tornou-se um dos centros do debate político da Argentina, a ponto do jornal "La Nación" afirmar, em editorial, que o instituto havia se tornado "uma vergonha nacional". Edwin respondeu em um artigo publicado no jornal "El Tiempo Argentino" (que apoia o governo), em que afirmou no título: "A nação tem vergonha do jornal", referindo-se ao "La Nación". A réplica de Edwin foi reproduzida em cartazes que estão colados na porta do prédio do instituto. O índice de preços oficial acumulado em 2011 ficou em 9,5%, uma medição muito abaixo das estimativas com que trabalham a maioria dos agentes econômicos para elaborar sua estrutura de custos. Nas negociações sindicais, por exemplo, mesmo os sindicatos alinhados ao governo tentam obter reajustes entre 25% e 30%, algo que a diretora-geral do Indec vê com naturalidade. "Seria exótico um líder sindical ir negociar com o índice de preços na mão. As negociações sempre tiveram como base a produtividade de cada setor da economia, jamais a variação dos preços na capital do país" disse. A divulgação de dados discrepantes fez com que o governo argentino processasse judicialmente uma série de empresas de consultoria econômica, às quais acusa de interesses financeiros em inflar artificialmente o item. Desde o ano passado, para driblar a restrição, um grupo de deputados oposicionistas passou a divulgar no Congresso um índice médio da inflação medido por oito consultorias. Como possuem imunidade parlamentar, os deputados estão livres de sanções. Na medição extra-oficial, a inflação de 2011 foi de 22,8%. "Falam que a inflação varia de 20% a 30% ao ano, como se isso fosse uma verdade revelada, sem consultarem a ninguém a não ser suas próprias consciências. A oposição divulga um indicador que seria inapresentável em uma escola primária, uma média simples sem nenhuma base científica", disse Edwin.


Argentina promete una confiable del IPC, pero sólo en el 2014

El gobierno de Argentina el próximo mes promete ser el primer paso para tratar de poner fin a la controversia sobre la tasa de inflación en el país, que ha durado desde 2007. Una encuesta nacional de muestreo de hogares, entrevistas con 38 000, comenzará a ser realizado por el Instituto Nacional de Estadística y Censos (INDEC) para servir como base para el desarrollo de un índice de precios de carácter nacional.


Dado que un cambio en la gestión de la agencia, el índice de
precios actual del Gran Buenos Aires es cuestionado por la oposición, sindicalistas, empresarios, economistas independientes y los organismos multilaterales. Ni siquiera el gobierno defiende como una brújula para la inflación en el país. "Índice de precios es una cosa, el costo de vida es otra y la tercera es la inflación", dijo en una entrevista con el valor de director general del INDEC, Ana María Edwin.

Pero la polémica que llevó al gobierno a demandar a consultores independientes que publican índices de precios divergentes, todavía tienen que soportar. El nuevo índice sólo se debe comenzar a ser puesto en libertad entre finales de 2013 y principios de 2014.

Creación de un índice con las normas internacionales es una carga constante del FMI, reiteró en la última reunión de la dirección del Fondo el 1 de febrero. La aprobación de institu
ciones como el FMI es importante para la Argentina volver al mercado de crédito internacional, que está fuera desde el colapso económico de 2001. Pero Edwin se negó a la motivación externa. "No tenemos y nunca tuvo un indicador de carácter nacional, y esto es una necesidad de país".

En un comunicado tras la reunión a principios de este mes, dijo el FMI, "lamentando la falta de progresos en la adaptación de un índice de precios con las normas internacionales", y pidió al país "para poner en práctica medidas específicas, dentro de 180 días, para mejorar la calidad los datos ".

"Nuestro problema consiste en mejorar los indicadores con los problemas que se han arrastrado desde hace muchos años y que no fueron inventados por nosotros, ni se inició en 2007. E
llos [el FMI] saben perfectamente las acciones que estamos desarrollando", argumentó el líder.

En 2005, el Indec reveló un índice de precios, sin mayor cuestionamiento, que es una canasta de 818 productos encuestados en la región metropolitana. Ese año, el entonces ministro de Economía, Roberto Lavagna, puso en marcha los bonos del gobierno vinculados a la variación de la inflación. En febrero de 2007, poco antes de dejar el cargo, el entonces presidente Néstor Kirchner, quien fue sucedido por su esposa, Cristina Fernández de Kirchner, una decidida intervención en el cuerpo. El índice está calculado en base a 440 puntos, y desde entonces ha cuestionado la credibilidad.

Bajo la dirección del Indec, lo
s agentes económicos comenzaron a trabajar con la expansión de los escenarios de la inflación, para aumentar la remuneración de los papeles, lo que habría acelerado la decisión de cambiar el índice. La cumbre del Indec dice que el índice estaba por encima de toda sospecha. "Hubo una absoluta falta de transparencia", dice el director técnico Norberto Itzcovitch, para los cuales no era un signo de mal las cosas en el Indec fue el hecho de que el índice no refleja el esfuerzo del gobierno para ejercer controles sobre la economía. "En 2006, el gobierno comenzó a implementar una política de precios, y esto no se reflejó en las tasas. Hubo un acuerdo para vender el pan a un valor determinado, por ejemplo, y el índice subió el pan. Fue un trabajo que no estaba siendo conducido por criterios técnicos ", dijo.

El director también devuelve los gastos de manipulación y dijo que los fundamentos de la investigación eran irregulares. "La medición del trabajo doméstico no se hizo mediante un muestreo aleatorio, pero para una consulta entre los amigos de los que trabajaban en la oficina. Y esto fue sólo la quinta variable en importancia en la canasta", bromeó Izcovitch.

En los últimos cuatro años, el Indec se convirtió en uno de los centros del debate político en la Argentina, hasta el punto de el periódico "La Nación", dijo en un editorial, que el instituto se había convertido en "una vergüenza nacional". Edwin dijo en un artículo publicado en
el diario "El Tiempo Argentino" (que apoya al gobierno), en el que se indica en el título: "La nación se avergüenza de el periódico", en referencia a "La Nación". La réplica de Edwin fue reproducida en los carteles que se pegan en la puerta del edificio del instituto.

El índice oficial de precios acumulada en el año 2011 se situó en el 9,5%, una medida muy por debajo de las estimaciones con las que trabajan la mayoría de los agentes económicos para preparar su estructura de costos. En las negociaciones sindicales, por ejemplo, incluso los sindicatos alineados con el gobierno de tratar de obtener aumentos de entre 25% y 30%, algo que el director general del Indec ve de manera natural. "Sería un dirigente sindical exóticos para ir negociar con el índice de precios en la mano. Las negociaciones se han basado siempre en la productividad de cada sector de la economía, cada vez la variación de precios en la capital", dijo.

La divulgación de los valores extremos hizo que el gobierno argentino demandar en la corte una serie de empresas consultoras económicas, que lo acusa de interés financiero en inflar artificialmente el tema.

Desde el año pasado, para eludir la restricción, un grupo de diputados de la oposición en el Congreso comenzó a publicar una tasa promedio de inflación medida por ocho consultores. Debido a que tienen inmunidad, los Miembros son libres de sanciones. En la medición de la inflación oficial en 2011 fue de 22,8%. "Dicen que los rangos de inflación de 20% a 30% anual, como si fuera una verdad revelada, sin consultar a nadie, excepto a sus propias conciencias. Oposición da a conocer un indicador que sería impresentable en una escuela primaria, el promedio simple sin ninguna base científica ", dijo Edwin.

GRACIAS COMPAÑERO "EL EGIPCIO" POR ESTA INFORMACIÓN